descomplique o tapping

Descubra tudo sobre esta tecnica usada em solos de todo mundo.

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domingo, 13 de março de 2011

Arpejos Aumentados

Espero que estejam todos bem e estejam curtindo as nossas aulas e que possam ter absorvido o que tem sido passado. Nesta aula falaremos um pouco de arpejos aumentados. A tríade aumentada não é de utilização muito comum, e às vezes até um pouco rejeitada devido a sua sonoridade que é um tanto quanto “diferente”. A tríade aumentada não aparece no Campo Harmônico Maior, mas está presente no Campo Menor Harmônico e Campo Menor Melódico.
A tríade aumentada tem outra particularidade, ela possui uma simetria como vocês poderão perceber nos exemplos. O padrão se repete a cada 2 tons.
Bom...Todos os exemplos estão na tonalidade de G. Lembrando que estou falando da tríade de G5# (Tônica = G, 3ª Maior = B, e 5ª aumentada = D#)
EXEMPLO 1
Temos o arpejo de G5# partindo da tônica. Sugiro que se pratique o exercício todo com palhetadas alternadas em um primeiro momento e depois aplicando a técnica de sweep picking. assim como na primeira aula.


sexta-feira, 11 de março de 2011

tapping

Tapping


Tapping é uma técnica criada por Steve Hackett, sendo utilizada principalmente em guitarra elétrica, mas também em outros instrumentos de corda (como baixo, ou violão).


É uma variação do legato, ou técnica de notas ligadas. Consiste em utilizar uma ou as duas mãos para "martelar" (tap) notas na escala, ligando-as, adquirindo assim efeito de grande velocidade. O guitarristaEddie Van Halen foi o responsável por popularizar essa técnica.



segunda-feira, 7 de março de 2011

Toque Como Zakk Wylde

Toque Como Zakk Wylde

Toque como Zakk Wylde

Para tocar como Zakk Wylde é preciso mais que barba, cerveja, correntes e cabelo grande. Você quer tocar como Zakk Wylde? Você quer saber de onde vem aquele som? Neste artigo você descobrirá todos os segredos de Zakk Wylde, desde os harmônicos animais até a influência de country music.
Para quem não conhece Zakk, na primeira vez que você o ouve em um álbum do Ozzy, parece que ele 

esmagou o seu cérebro na parede. Além de bases pesadas e empolgantes, os solos repletos de feeling e velocidade dão a impressão que a guitarra está gritando no seu ouvido. . BBB

Zakk Wylde sempre foi fanático por guitarra, desde seus 15 anos ele já costumava tocar 12 horas de guitarra em um dia, matando aula e até se prejudicando na escola. Essa é uma boa inspiração para treinar, e aqui você encontrará dicas importantes para tocar como Zakk neste artigo que dividimos em duas partes: Técnicas e Sonoridade.


Técnicas
Harmônicos Artificiais - Também chamados de Pinched Harmonics, esse tipo de Harmônico é usado por Zakk Wylde na sexta corda, a mais grave. Além de tocar um Harmônico Artificial, ele faz a nota soar com bastante intensidade adicionando um Vibrato bem extenso.


Palm Mutting - Você já deve ter percebido que os riffs de Zakk Wylde são uns dos mais pesados do rock.

Se ele tivesse uma receita para dar peso ao som, o principal ingrediente seria o Palm Mutting, que significa tocar um Power Chord Abafado. Para abafar um power chord, coloque a lateral da mão da palheta em cima das cordas, bem perto da ponte.
Não é necessário apertar a mão contra as cordas, apenas deixe encostar. Zakk também utiliza o Palm Mutting para solar.

Bend - Os bends absurdos são a maior característica de seus solos. Muitas vezes ele chega a fazer bends de dois tons, o que é bem difícil, pois é preciso muita força nos dedos, ainda mais quando executado em cordas mais grossas que as normais. Não é a toa que 90% dos guitarristas só fazem bends de no máximo 1 tom!

Vibrato - Zakk Wylde usa vibratos o tempo todo, seja para solar ou para tocar uma base. Esse é o segredo para tocar guitarra com intensidade, e isso é o que ele faz melhor. Quando você estiver solando experimente fazer um vibrato nas notas que durarem mais tempo.


Sonoridade
Timbre - O Timbre potente e rasgante forma o som característico de Zakk Wylde, e é construído a partir de três pilares:guitarra, amplificador e pedais.

A guitarra de Zakk é uma Gibson Les Paul customizada. A diferença de sua guitarra em relação as outras Les Paul é que os captadores são ativos. Captadores ativos dão maior potência ao som, e eles são alimentados por uma bateria avulsa dentro da guitarra.

Zakk usa a própria distorção de seus amplificadores Marshall, como muitos outros guitarristas. Seus principais pedais de efeito são o Chorus e o Wah Wah.

Palheta - Para tocar rápido como Zakk escolha uma palheta dura.

A Escala Pentatônica é a favorita de Zakk. Ele constrói todos os seus solos sobre ela, mostrando sempre muita influência dos licks da música country americana.
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domingo, 6 de março de 2011

Sweep-picking

Sweep-picking

Sweep pickingSweeping ou somente Sweep é uma técnica usada na guitarra em que a palheta move-se como uma vassoura (do inglês sweep: varrer); isto, combinado com o movimento correspondente da mão esquerda (ou mão dos trastes) produzindo uma série de notas de sonoridade rápida e fluida. É necessário total sincronismo entre as duas mãos para se obter o efeito de forma fluente.


Explicação

Em relação à mão esquerda (ou dos trastes), o sweep ocorre quando várias cordas adjacentes são articuladas, ou controladas com precisão pelos dedos, de tal forma que soem em sucessão sem soar juntas (ao contrário dos acordes com pestana, em que todas as cordas são pressionadas durante o mesmo ataque da palheta). A impressão é que os dedos "rolam" em direção às notas desejadas. A mão assume uma forma bem parecida com a de um acorde, mas ao invés de levantarem completamente, cada dedo primeiro segura a nota para produzir o som, e em seguida faz um movimento leve, porém rápido, a fim de abafar a nota (mute) permanecendo em contato com a corda. Aperfeiçoando este movimento, executando-o em seqüência nas cordas (enquanto se está levantando o dedo para abafar uma corda, o dedo da corda seguinte já começa a descer), pode-se tocar com grande velocidade, devido à memória muscular.
Juntamente com este movimento, a palheta executa um único ataque passando por todas as cordas, desde em cima até embaixo, ou vice-versa, similar ao modo como se toca um acorde. A principal diferençal entre tocar um acorde de maneira normal e com sweep é que nesse último é requerida uma meticulosa sincronia entre o movimento da mão esquerda e o ataque da palheta em cada corda, assegurando-se que cada nota soe individualmente; ao contrário do acorde normal, em que o movimento mais rítmico da palheta faz as notas soarem praticamente em uníssono. Ou seja, o guitarrista deve ter cuidado para não mover a palheta rápido demais (ou lento demais) em relação ao movimento da mão dos trastes, o que requer considerável habilidade e treino.
Aplicação

A técnica é usada quase que exclusivamente para arpejos sendo bastante comum o formato de tríades empilhadas em uma ou duas oitavas; ou, em termos escalares, a primeira (ou tônica), terça (ou mediante) e quinta (ou dominante) de uma escala, repetida duas vezes com uma tônica adicional no ponto mais agudo do formato. Por exemplo, uma tríade de lá menor (Am) seria escrita como lá-dó-mi-lá-dó-mi-lá (A-C-E-A-C-E-A). Quando essa seqüência de notas é tocada velozmente para cima e para baixo como um arpejo, sua sonoridade é notavelmente clássica, em contraste a outras progressões baseadas no Blues. A capacidade de mover esse formato ao longo do braço para causar (ou por causa da) mudança de acordes torna-se muitas vezes a escolha primária de muitos guitarristas.

Licks (frases principais) com sweep foram popularizados por uma legião de "Shredders" durante o boom Neo-clássico nos anos 80, tais como Richie Kotzen, Jason Becker, Yngwie Malmsteen, Frank Gambale, Tony McAlpine, Vinnie Moore, Michael Angelo Batio e Marty Friedman, embora artistas de diferentes estilos como Steve Vai e Alan Holdsworth freqüentemente usem sweep picking em suas composições.

Quando comparada a outras técnicas comumente usadas pelos "shredders", como o trêmolo de palheta, o sweep picking usa um número econômico de palhetadas, embora cada sweep possa ser visto como um conjunto de 3 a 5 ataques, pois cada vez que a palheta atinge a corda pode ser contado como um ataque. Entretanto, em certos casos, usam-se ligaduras (legato) para soar as notas, em vez da palheta, principalmente nas partes mais agudas e mais graves de um arpejo, onde palhetada sucessivas na mesma corda cancelariam o efeito fluido desejado no sweep. Isto acontece quando, num acorde, uma determinada corda possui duas notas.

Exemplos

Uma maneira básica de usar essa técnica é o uso das três cordas mais agudas (primas), já que as cordas graves (bordões) requerem mais destreza para serem tocadas com a mesma clareza. Nesse caso específico, vemos o arpejo como o registro superior de um sweep padrão de 5 cordas, onde as notas para lá menor (Am) são, em ordem ascendente, A-C-E-A-C-E-A. Começando na tônica do meio, sobe-se a escala e retorna-se à tônica inicial (A-C-E-A-E-C-A). Numa tablatura na 12ª posição, ficaria assim:

E|--------12-17-12--------
B|-----13----------13-----
G|--14----------------14--
D|------------------------
A|------------------------
E|------------------------
Se adicionarmos continuarmos pela oitava inferior do arpejo, o formato completo fica assim:

E|------------------12-17-12-----------------
B|---------------13----------13--------------
G|------------14----------------14-----------
D|---------14----------------------14--------
A|---12-15----------------------------15-12--
E|-------------------------------------------
Observe que no meio da seqüência (3ª e 4ª cordas), toca-se a mesma casa para as duas cordas. Nesse caso, pode-se usar a ponta do dedo na corda inicial (a 4ª, no movimento para baixo), e a falange do mesmo dedo na corda seguinte, como uma pequena pestana. No movimento para cima, inverte-se o movimento: usa-se a falange na 3ª corda, e depois a ponta na 4ª. Note também que na corda mais grave e na mais aguda duas notas notas devem ser tocadas em seguida na mesma corda; é nesse caso que o legato é normalmente usado, para manter a fluidez da sonoridade e do movimento da palheta.

O som das notas no arpejo pode ser obtido através de várias técnicas, como mudança na articulação da palheta, legato (hammer-ons/pull-offs), ou em alguns caso ligaduras com arrasto (legato slides), usado mais raramente devido ao grande controle necessário para se deslizar até um ponto preciso da corda. Steve Vai e Shane Gibson usam esse recurso com fluidez. Sweeps também podem ser expandidos por tapping (como usado por Michael Angelo Batio e Tony McAlpine), permitindo tocar notas além da seqüência de arpejo normal.

Abaixo estão as notas da tríade de Am; depois das 6 primeiras que notas seguem o padrão normal, toca-se o E através de tapping, o que abre espaço para tocar as notas D,C e B via pull-offs.

""= Tapped ()= Pull-off.

i.e. A-C-E-A-C-"E"-(D)-(C)-(B)-A-E-C-A

Ascendente Descendente

Observe que apesar da duração do arpejo aumentar, parte da fluidez naural do arpejo é perdida devido à inclusão de notas de passagem, o que pode ser não desejado quando se busca uma sonoridade mais clássica.

sábado, 5 de março de 2011

Arpejos

arpejos
O que são Arpejos?
Quando tocamos as notas de qualquer acorde uma de cada vez estamos executando o arpejo do respectivo acorde. Desta forma os arpejos se dividem em tríades e tétrades ( 3 e 4 notas ). Na guitarra os arpejos acabam ficando com uma digitação de praticamente 1 nota por corda o que facilita o uso do sweep para alcançarmos maiores velocidades.

Como se faz?

Geralmente, em guitarra, os arpejos são tocados com Sweep (um tipo de palhetada), pois assim eles ganham mais velocidade. Porém há guitarristas – como Steve Morse, do Deep Purple - que preferem tocar os arpejos com palhetada alternada mesmo. Na maioria das vezes o arpejo é tocado uma nota por corda, como num acorde. Isso faz com que a mão esquerda ganhe bastante agilidade e destreza.

Double Stops

O que são Double Stops

Um double stop é quando se toca duas notas ao mesmo tempo. Simples assim.

Os double stops são uma forma fácil de incrementar seus solos na guitarra. A técnica em si é molezinha e se encaixa em vários tipos de solo. Existem também riffs que são baseados em double stops, como, por exemplo, o clássico Smoke on the Water do Deep Purple.


Como se faz

Os double stops podem ser tocados em todas as cordas da guitarra, mas o mais comum é utilizar as três cordas de baixo (as mais agudas). Apesar de não haver nenhuma regra, os double stops são tocados em cordas adjacentes. Isto é, em cordas vizinhas, pois fica mais fácil.

Mão Esquerda - Quando as duas notas estão no mesmo traste (ou casa), é possível tocá-las com uma pestana, ou seja, com um dedo da mão esquerda segurando duas notas simultaneamente. Quando as notas não estão na mesma casa, é preciso tocar com dois dedos diferentes, como se você estivesse tocando só uma parte de uma acorde.

O exemplo abaixo é o início da música do desenho Beavis and Butthead, que é cheia de double stops. Veja no vídeo abaixo.

-----------------------------------------------------------
--10-------8----------8--------10--10--10----8---8--8---7
------9----------7-7---9---------9---9---9----9---7--7---7
7--------7----7------------7-7--------------7-------------

Obs: A tablatura mostra as 4 cordas Ré, Sol, Si e Mi (de baixo para cima, respectivamente).

quarta-feira, 2 de março de 2011

Técnica - Roll

Roll

O que é?
Algumas frases podem ter 2 notas que estejam localizadas na mesma casa mas em cordas adjacentes. Para executar tais frases de uma forma limpa é necessário rolar o seu dedo, abafando a nota não desejada e tocando na nota alvo. O dedo permanece em cima da última nota, mas sem pressioná-la.

Como se faz?
Toque a primeira nota com a ponta do dedo, depois sem tirar pressão do braço da guitarra, faça o roll para a corda de baixo.

Quem Faz?
Essa é uma técnica bem comum, e muitas vezes ela não é nem ensinada, o guitarrista acaba aprendendo sozinho, pois o roll aparece de forma natural. Eric Johnson usa as escalas com uma abordagem diferente da maioria. Ao invés de tocar várias notas consecutivas na mesma corda, ele frequentemente executa saltos de cordas, que são feitos com o auxílio do roll. Isso faz com que seus solos tenham um estilo próprio.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Peças básicas da guitarra

Guitarra e violão são instrumentos modernos sendo que o violão começou a ser tocado pelos romanos em torno de 40 dC.Podemos dividir em duas guitarras acústicas e elétricas categorias. Basicamente, a parte de ambas as guitarras acústicas e elétricas são as mesmas.

Antes de começarmos a aprender a tocar guitarra , precisamos saber as partes de guitarra em primeiro lugar. Você deve conhecer bem as peças. Depois de conhecer as partes assim você pode ajustar e aprender a tocar guitarra também.


CORDAS
Uma guitarra normal possui seis cordas. cordas de metal são usados pela guitarra elétrica. As cordas de nylon são usados pelo violão. corda é uma parte importante da guitarra



TRASTES
Os trastes são os pequenos de metal que dividem a guitarra em seções de cima para baixo. O traste local é calculado pela fórmula matemática específica. Ao pressionar uma seqüência de um traste contra traste vai fazer vibrar uma corda de comprimento diferente. A vibração diferente de comprimento vai fazer um som diferente


HEADSTOCK
Headstock está localizado na extremidade do braço da guitarra. É a parte mais superior da guitarra. As tarraxas estão localizados nesta área.

TARRAXAS
Tarraxas são partes onde o usuário permite ajustar a afinação das cordas.


NUT
A pequena faixa onde se localiza a onde o headstock encontra no pescoço. Normalmente a nut é feita de osso, plástico ou outro meio material rígido.


BRAÇO
braçoé a parte mais longa do que os trastes da guitarra e cordas estão localizados.


CORPO
O corpo é a maior parte da guitarra. No violão há um conjunto de som no centro do corpo.


CAPTADORES
O captador de guitarra tem função de transformar as ondas mecânicas produzidas (o som), principalmente produzidas por cordas, em ondas eléctricas. Existe uma grande quantidade de tipos e qualidades de captadores no mercado, eles são habitualmente classificados levando em conta suas características técnicas: Quanto à alimentação, dividem-se em captadores ativos e captadores passivos; quanto ao número de bobinas, dividem-se em captadores simples (single-coils), captadores duplos (humbuckings) ou quádruplos (quad-rail); podem ser divididos ainda, quanto ao material magnético, em captadores cerâmicos e captadores de alnico.

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